sábado, 25 de setembro de 2010

Rosa Maltratada



Limite é uma palavra que,
ao meu conceito,
não se encaixa comigo
muito menos com os meus atos
Atitudes irracionais.

A escuridão é minha companhia
Veja como meu copo está vazio.
O meu sol se foi, para trás das nuvens.
Como poderei conviver,
esse frio é congelante.

Alma maltratada.
É doloroso olhar em olhos de fogo.
Partida em mil pedaços de papéis
Jornais e caneta.
Não me resta mais nada.

Na parede está o nome
Está tudo o que sou hoje
Tudo o que me tornei
Uma espada.
Um arco e flexa
Preciso acertar contas
Quero desfazer esse erro.

Aos cuidados de um anjo
Sem medo estou progredindo
Meus olhos cobertos de fúria
Embaixo de minha unha,
você encontrará sangue
dentro do meu coração.