sábado, 16 de outubro de 2010

Há procura da minha nuvem.

acordar e não ter noção que o dia amanheceu,
tentar compreender porque o sol não apareceu,
e a noite que passou foi tudo em vão

me acostumar com o brilho da lua
o sentimento de um amigo antigo
o termômetro marcando 40° 

sentidos de ter as mãos amarradas
andar na rua e não se sentir preso
alguém nunca conseguiu me prender em si
nunca ninguém, antes de você amor,
conseguiu me prender para si.

não consigo olhar para o sol
não consigo nem ao menos entender,
aonde estão as nuvens do meu céu..

no silêncio desse desejo profundo
guardando tudo dentro de meu peito
a ironia é tudo o que sobrou

Depois de uma desilusão
não há nada que possa ser feito 
o momento de amar está longe
meu peito chora de angústia.
só preciso deitar e não acordar.